Sem harmonia entre administração e pessoal, empresas não sobrevivem
Cada ano que passa ficam mais raras as empresas centenárias e tradicionais. Apesar de estarmos tendo um boom de startups no mercado, muitas delas não sobrevivem aos primeiros anos de vida.
Os sonhos, a paixão e os ideais que motivam os empreendedores a iniciarem suas empresas são extremamente necessários no começo do negócio, mas é necessário muito mais do que isso para que seja uma empresa sólida e bem sucedida.
O tempo de vida da companhia será maior dependendo de fatores como visão, valores e, de forma pragmática, a gestão. Quanto maior for a possibilidade de alinhar e manter a sintonia entre estes três elementos ao longo do tempo, maior é a chance de se tornar uma empresa centenária.
Outro fator importante é a coordenação de pessoas e tecnologia. Para isso, o empresário ou executivo que é líder e gestor ao mesmo tempo, é essencial. Uma das características mais marcantes dos executivos das “empresas moribundas” é a soberba. Os executivos imodestos buscam o crescimento de forma indisciplinada, ignorando os riscos decorrentes de desvio do foco e, quando os indicadores negativos começam a aparecer, eles tendem a colocar a culpa no mercado, na concorrência, na crise e até no azar.
Fonte: Administradores









