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Celular-robô expressa emoções recebidas via SMS

O novo projeto de Ji-Dong Yim e Chris Shaw, cientistas da Universidade Simon Fraser, no Canadá promete um celular que expressa emoções. São celulares normais que, acoplados ao que se assemelha a um robô humano anda, dança e emite expressões.

A ideia surgiu com o Cally, um robô que imitava as expressões humanas básicas. A dupla resolver então, juntar a tecnologia wireless, interatividade e mensagens de texto para criar o Callo.

Callo tem aproximadamente 16 centímetros e expressa em sua tela os emoticons enviados via mensagem de texto como expressões humanas. Quando o celular-robô recebe uma mensagem ele alerta como um celular normal, mas se houver uma “carinha” no SMS, Callo irá mostrar a expressão no seu visor e mexer braços e pernas de acordo com a idicação do emoticon, ou seja, mexerá de uma forma para uma “carinha feliz” e de outra para uma “carinha triste”.

É possível fazer com que dois Callos interajam, caso eles estejam trocando mensagens.

O desafio agora, é criar para o Call serviços que possam ser utilizados no dia a dia, como um sistema de GPS e outras funções.

Fonte: Info Online

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A tecnologia cada vez mais acessível e em prol da educação

O uso da tecnologia na educação e no processo de aprendizagem é um assunto que gera grande discussão no meio acadêmico, entre profissionais da educação e pais.

Para apresentar as novidades disponíveis ou projetos que propõem levar a tecnologia para a sala de aula, foi montada em São Paulo, a Interdidática. A feira reuniu profissionais do setor, que discutiram sobre suas experiências, necessidades e impressões quanto ao que foi exposto.

As crianças parecem já nascer com intimidade em relação às tecnologias, os adolescentes tem enorme facilidade de entender e aprender como usá-las. Por outro lado, eles ficam cada vez mais entediados pelos métodos tradicionais de ensino. Daí a necessidade de adaptar a escola e renovar os métodos de ensino.

Com imagens tridimensionais, robôs e lousas especiais os profissionais aprovam as inovações, mas se perguntam quando isto será acessível. Especialmente porque essa tecnologia tem preço alto: uma televisão 3-D e dez óculos custam R$ 8.500.

Além disso, a feira contou com exposições de brinquedos montados pelos alunos que servem para ensinar matemática e física. Foi montada também a sala do futuro que tem uma lousa especial. Tudo o que o professor escreve aparece direto na tela do computador que fica na carteira do aluno.

Essa tecnologia também requer professores que saibam utilizá-las e entendam qual a melhor maneira de a tecnologia colaborar com o ensino.

Fonte: G1

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Sim o disquete ainda existe, mas por pouco tempo

A Sony, líder na produção de disquetes, anuncia que irá parar de fabricar o produto no Japão em 2011. O país era um dos poucos em que a empresa, líder do pequeno mercado, ainda atuava no setor

A empresa detém 70% do mercado de disquetes no Japão. Ela anunciou que reduzirá a produção gradativamente até parar com a produção ano que vem.

A decisão foi motivada pela queda constante no consumo de discos de 90mm (ou 3½”) por todo o Japão. Assim, a companhia optou por parar de produzir e evitar prejuízo no setor

Segundo a Sony, as vendas dos disquetes no Japão, abreviadas por métodos de armazenamento móveis mais eficazes como CDs e USBs, decaíram de 47 milhões de unidades em 2002 para 12 milhões no ano fiscal 2009.

Fora de sua nação, a empresa já parou de vender os discos de 3,25 polegadas na maioria dos mercados e é bem provável que encerre o comércio em todos os restantes até o fim de 2011.

Fonte: Info Online

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EAD continua com crescimento expressivo no Brasil

Já comentamos aqui sobre as vantagens do Ensino a Distância (EAD). A novidade agora é que mais pessoas tem acreditado nesta modalidade de ensino.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) um em cada cinco novos alunos de graduação, se matricula em um curso a distância, ou seja, cerca de 20% dos universitários brasileiros são estudantes do EAD.

Dois fatores tiveram influência expressiva neste crescimento. A criação da Universidade Aberta do Brasil, pelo Governo em 2005, que oferece 180 mil vagas em cursos superiores em parceria com universidades federais.

E o aumento do acesso à Internet. 2009 terminou com 66,3 milhões de pessoas conectadas. Além disso, os brasileiros seguem lideres em tempo de permanência na rede, 44 horas por mês.

A pesquisa também mostra que a soma das pessoas que têm acesso à internet nas classes C, D e E ultrapassaram o número de internautas das classes A e B. Em 2007, 50,2% de quem acessou a internet era das classes mais altas, número que em 2009 mudou, chegou a 51% das classes C, D e E.

Dados

O crescimento do número de usuários foi de 16% em relação a dezembro de 2008 na medição das residências. Na relação do número de usuários que acessam a internet do trabalho, que teve medição iniciada em maio de 2009, o crescimento até dezembro foi de 9%.

Estudos anteriores comprovam que a EAD tem mantido taxas altas de crescimento (50% ao ano, em média), enquanto o avanço da graduação presencial tende a se estabilizar (3,5% ao ano). Além da presença forte no setor público, diversas universidades e faculdades privadas adotaram nos últimos anos o modelo a distância, tanto na graduação quanto na pós.

Fonte: Ministério da Educação (MEC) e Faros Educacional

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Empresas apostam em softwares educacionais

Os programas Proinfo e “Um computador por aluno” levam às escolas públicas equipamentos de informática. Porém, o que será feito com eles e a forma como serão utilizados depende de cada instituição.

A necessidade de ter computadores disponíveis é indiscutível, bem como a enorme diferença que há nos alunos de hoje em relação há dez anos atrás. É preciso que os professores acompanhem esta mudança e dêem conta de ensinar esta geração de alunos na era da informação.

Para ajudar os docentes nesta tarefa, empresas de informática desenvolveram softwares educacionais.

O Grupo Positivo, por exemplo, sentiu a necessidade de ter um software educacional e desenvolveu seu próprio sistema. O “Aprende Brasil” atende 1,9 milhão de usuários dentre sua rede de ensino e terceiros.

Porém, na apenas grandes grupos educacionais perceberam esta oportunidade de negócios. Gigantes como a Microsoft, por exemplo, também querem uma fatia deste mercado. A empresa lançou o Windows MultiPoint Server, um sistema operacional que roda no servidor e administra terminais “cliente” (”thin clients”) permitindo ao professor compartilhar conteúdos de aula.

Com preço da licença do software cliente acessível, a empresa pretende oferecer às escolas públicas que têm apoio do governo para obterem equipamentos. A venda do software com o equipamento é feita a partir de parcerias com a Positivo, Itautec e Hewlett-Packard (HP).

O Windows MultiPoint Server permite que as atividades de classe sejam compartilhadas e gerenciadas pelo professor. A partir de pastas em seus terminais, os alunos acessam textos e vídeos em suas estações de trabalho, com a interface do Windows 7.

Fonte: Valor Online



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Jogos sociais são soluções baratas e lucrativas

A adesão de internautas a redes sociais é indiscutível. A grande aceitação que os sites de relacionamento têm por parte dos brasileiros é outro fato visível, porém os criadores destas redes ainda não conseguiram gerar lucro com os sites.

Vendo este cenário, as empresas de jogos sociais uniram as duas coisas, gerar lucro e redes sociais. Disponibilizando jogos na rede, torna-se muito mais fácil gerar usuários para seus produtos e é possível vender por eles.

O jogo Colheita Feliz, disponível no Orkut, por exemplo, oferece a seus usuários a possibilidade de jogar gratuitamente, mas para ter melhor desempenho estão disponíveis ferramentas pagas. O mesmo acontece em outros games em diferentes redes sociais,  como o Facebook e o MySpace.

Para as empresas que atuam neste mercado, esta opção é muito rentável. O custo de produção dos jogos são consideravelmente reduzidos, especialmente se comparados com outros games como os criados pela Nintendo, por exemplo. Além disso, a adesão dos usuários é extremamente rápida. O Farmville, disponível no Facebook, por exemplo, tem mais de 80 milhões de usuários.

Segundo estimativa da consultoria ThinkEquity, o mercado para esse tipo de jogo pode movimentar US$ 2 bilhões em todo o mundo até 2012.

O novo passo das empresas, parece ser unir o mundo virtual ao real para explorar novas receitas. A Mentez fechou uma parceria com a Rede Tendência, que tem equipamentos de coleta de crédito em mais de 100 mil pontos comerciais pelo país. A ideia é que os usuários possam comprar créditos para os jogos do Orkut em estabelecimentos comerciais físicos. A mesma oferta está sendo feita em “lan houses”.

“Essa é só a ponta do iceberg”, avalia André Forastieri, diretor da Tambor Digital, editora especializada na área de games. Para o executivo, os jogos sociais têm tudo para conquistar cada vez mais usuários. Mas, se isso não acontecer, ou mesmo se houver uma desistência em massa dos jogadores, o sucesso ainda está garantido. “Se um jogo como o FarmVille cair de 80 milhões para cinco milhões de pessoas usando, ainda é um potencial bastante grande de receita”, diz.

Fonte: Valor Online

Investir em produto para mídias sociais – mercado lucrativo?

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China parece já estudar bloqueio ao Google.hk

O Google e o governo chinês trocaram ameaças há alguns meses, na época isto gerou grande discussão quanto a censura no país e a postura da empresa diante da situação. Passado um tempo, pouco se falou sobre isto, mas a discussão parece estar longe do fim.

Algumas fontes afirmam que o silêncio da companhia era para garantir que não houvesse retaliação do governo aos colaboradores da companhia na China, apesar de não se ter nada confirmado quanto a isso. O fato é que a companhia fez o que prometeu.

Nesta semana, a empresa fechou seu site no país, o Google.cn, e redirecionou todos os acessos dele para a página da empresa para Hong Kong, Google.hk. Neste domínio não há bloqueios de busca.

Ainda esta semana, os usuários chineses experimentaram violentas oscilações no acesso a resultados no mecanismo de buscas do Google em chinês. Provavelmente porque Pequim estaria tentando colocar algum nível de censura às buscas feitas através do domínio .hk.

Porém, depois de alguns minutos, os internautas tiveram acesso a sites jamais imaginados anteriormente. Uma busca por “Ministério das Relações Exteriores” em chinês apresentou o Ministério das Relações Exteriores da República Popular da China como resultado inicial, seguido pelo Ministério das Relações Exteriores da República da China (Taiwan).

Na teoria, o governo poderia retaliar, bloqueando todos os sites do Google fora das fronteiras do continente, como fez com outros tantos sites.

Muitos observadores na China acreditam, porém, que Pequim reluta em bloquear o Google porque isso poderia causar danos à imagem do país. “Aposto que muitas pessoas no Ocidente esperam que isso aconteça para lhes proporcionar mais um pretexto para demonizar a China”, disse o estudante Liu Jun, no seu grupo de mensagens instantâneas QQ.

Analistas disseram que o governo provavelmente monitorará os hábitos de busca dos usuários chineses no novo site por um período de tempo, para depois se acomodar com práticas de bloqueio mais previsíveis.

Fonte: Valor Online

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Aplicativos para produtos da Apple prometem movimentar setor de TI no Brasil

Apesar de ainda ser um produto com valor elevado, o iPhone já movimenta o mercado de TI no Brasil. O país tem 4,8 mil pessoas cadastradas para desenvolver aplicativos para o iPhone (lançado no Brasil em setembro de 2008) e para o iPad, que chega ao mercado americano dia 3 de abril.

Para se cadastrar na Apple é necessário que o desenvolvedor pague US$99 ao ano. Com isso ele terá acesso ao sistema operacional do iPhone e às ferramentas para a criação dos aplicativos.

O custo da criação é dividido: 70% é arcado pelo desenvolvedor e o restante, pela Apple. Ao ficar pronto, o programa pode ser disponibilizado na loja virtual da Apple gratuitamente ou paga – com valor mínimo de US$ 0,99 por download.

A opção de oferecer o produto para outros países é uma decisão do criador do programa. Fabio Ribeiro, engenheiro de sistemas da Apple, observa, porém, que nem todos que se cadastram produzem aplicativos. “De fato, para produzi-los é preciso ter conhecimentos que não são ensinados na faculdade”, afirma.

Segundo Cesar Gon, presidente da Ci&T, o desenvolvimento de aplicativos simultâneo ao lançamento de aparelhos é uma grande oportunidade para empresas brasileiras se posicionarem internacionalmente. “Em alguns anos, o mercado de aplicativos para celulares se consolidará e ficará mais difícil concorrer. O momento de entrar é agora”, diz.

No mundo, há 125 mil desenvolvedores cadastrados pela companhia. “A maioria dos aplicativos em português foram criados no Brasil”, observa Fábio Ribeiro. Segundo Ribeiro, a empresa avalia em média 10 mil projetos por semana no mundo todo e a maioria é aprovada. Atualmente, a Apple possui mais de 150 mil aplicativos disponíveis em 77 países. O total de downloads supera 3 bilhões.

Case

Noel Rocha era usuário de computadores da Apple e do iPhone e decidiu criar aplicativos que considerava úteis para os consumidores. Além do Alaga São Paulo, no qual é possível visualizar pontos de alagamento na cidade, ele desenvolveu o Portabilidade Fácil, que permite visualizar a operadora de quem faz a chamada, e o Taxímetro, que traça rotas e informa o valor médio em bandeira 1 e 2. Rocha tem hoje está com cinco clientes, entre eles uma montadora de automóveis. “Coloquei apps de graça para que as pessoas me conhecessem. A partir daí, as empresas começaram a me contratar para desenvolver aplicativos”, afirma.

Fonte: Valor Online

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Com8s, o espaço do relacionamento aluno-professor

Chegou ao mercado o Com8s, uma rede colaborativa que pretende aproximar e facilitar a relação aluno – professor. Criada pela Foresee Solutions, a plataforma promove canais de comunicação e interação entre professores e alunos.

O Superintendente do ISAE/FGV, Norman, entregando a placa de graduação a Freitas, da Foresee.

O Superintendente do ISAE/FGV, Norman, entregando a placa de graduação a Freitas, da Foresee.

Após criar um perfil no sistema, é possível que o usuário classifique contatos por grupos e adicione conteúdos para cada grupo especificamente. No exemplo citado durante a apresentação, um professor que ministra diversas disciplinas pode ter um grupo para cada matéria, neste grupo pode adicionar seus alunos e disponibilizar conteúdos para eles.

Além destes recursos, os usuários podem contar com ferramentas de chat, fórum e vídeo conferências com um ou mais contatos.

“A ideia do Com8s é ajudar o professor acompanhando uma tendência que é inevitável (a migração para a Internet e o relacionamento com a Geração Y)” explicou Thiago durante a apresentação.

Foresse Solutions – Uma empresa curitibana que nasceu na Incubadora de Projetos do ISAE/FGV e recebeu, nesta quinta-feira (18/03), seu título de graduação.

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Como escolher a pós-graduação certa?

As vantagens de cursar uma pós-graduação são muitas. Dentre as mais comentadas estão a melhor posição competitiva no mercado de trabalho, aprimorar seus conhecimento e aumentar sua rede de contatos. Além, é claro, do aumento salarial, já que pós-graduados recebem até 66% mais que os graduados.

Logo, todos sabem da importância de fazer uma pós-graduação, o problema vem na hora de escolher qual curso fazer. Para tomar esta decisão é necessário ter em mente seus planos e metas profissionais.

“Sem dúvida a opção profissional é o principal determinante e, portanto, deve estar definida antes mesmo de se escolher o curso de pós-graduação”, afirma Celina Ramalho, professora de planejamento e análise econômica da FGV/SP.

Depois de saber o que quer alcançar com o curso, é preciso diferenciar os tipos de especializações disponíveis. A pós-graduação se divide em duas vertentes principais, a categoria stricto sensu, na qual estão os mestrados e doutorados. Há também a categoria lato sensu, na qual estão as especializações, MBAs e pós-graduações que têm foco no mercado de trabalho.

“Os cursos lato sensu levam à formação do aluno uma visão mais abrangente das empresas em que atuam e dos seus processos”, afirma Ramalho. A professora complementa: “Já o profissional (recém-formado) que pretende desenvolver-se academicamente deve buscar a seleção em um programa de mestrado”.

Com as crescentes exigências do mercado por formação continuada dos seus profissionais, é recomendado estar em constante atualização e melhoramento. A ideia é nunca parar, cursar outras especializações, participar de eventos na área etc. Por outro lado, a professora não aconselha que o profissional curse mais de uma pós-graduação ao mesmo tempo.

“Conciliar duas ao mesmo tempo não se recomenda, grosso modo, até pela necessidade de gestão do tempo a ser dedicado às atividades requeridas em qualquer um dos programas de pós-graduação”, afirma.

Fonte: Administradores

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