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EAD continua com crescimento expressivo no Brasil

Já comentamos aqui sobre as vantagens do Ensino a Distância (EAD). A novidade agora é que mais pessoas tem acreditado nesta modalidade de ensino.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) um em cada cinco novos alunos de graduação, se matricula em um curso a distância, ou seja, cerca de 20% dos universitários brasileiros são estudantes do EAD.

Dois fatores tiveram influência expressiva neste crescimento. A criação da Universidade Aberta do Brasil, pelo Governo em 2005, que oferece 180 mil vagas em cursos superiores em parceria com universidades federais.

E o aumento do acesso à Internet. 2009 terminou com 66,3 milhões de pessoas conectadas. Além disso, os brasileiros seguem lideres em tempo de permanência na rede, 44 horas por mês.

A pesquisa também mostra que a soma das pessoas que têm acesso à internet nas classes C, D e E ultrapassaram o número de internautas das classes A e B. Em 2007, 50,2% de quem acessou a internet era das classes mais altas, número que em 2009 mudou, chegou a 51% das classes C, D e E.

Dados

O crescimento do número de usuários foi de 16% em relação a dezembro de 2008 na medição das residências. Na relação do número de usuários que acessam a internet do trabalho, que teve medição iniciada em maio de 2009, o crescimento até dezembro foi de 9%.

Estudos anteriores comprovam que a EAD tem mantido taxas altas de crescimento (50% ao ano, em média), enquanto o avanço da graduação presencial tende a se estabilizar (3,5% ao ano). Além da presença forte no setor público, diversas universidades e faculdades privadas adotaram nos últimos anos o modelo a distância, tanto na graduação quanto na pós.

Fonte: Ministério da Educação (MEC) e Faros Educacional

Empresas apostam em softwares educacionais

Os programas Proinfo e “Um computador por aluno” levam às escolas públicas equipamentos de informática. Porém, o que será feito com eles e a forma como serão utilizados depende de cada instituição.

A necessidade de ter computadores disponíveis é indiscutível, bem como a enorme diferença que há nos alunos de hoje em relação há dez anos atrás. É preciso que os professores acompanhem esta mudança e dêem conta de ensinar esta geração de alunos na era da informação.

Para ajudar os docentes nesta tarefa, empresas de informática desenvolveram softwares educacionais.

O Grupo Positivo, por exemplo, sentiu a necessidade de ter um software educacional e desenvolveu seu próprio sistema. O “Aprende Brasil” atende 1,9 milhão de usuários dentre sua rede de ensino e terceiros.

Porém, na apenas grandes grupos educacionais perceberam esta oportunidade de negócios. Gigantes como a Microsoft, por exemplo, também querem uma fatia deste mercado. A empresa lançou o Windows MultiPoint Server, um sistema operacional que roda no servidor e administra terminais “cliente” (”thin clients”) permitindo ao professor compartilhar conteúdos de aula.

Com preço da licença do software cliente acessível, a empresa pretende oferecer às escolas públicas que têm apoio do governo para obterem equipamentos. A venda do software com o equipamento é feita a partir de parcerias com a Positivo, Itautec e Hewlett-Packard (HP).

O Windows MultiPoint Server permite que as atividades de classe sejam compartilhadas e gerenciadas pelo professor. A partir de pastas em seus terminais, os alunos acessam textos e vídeos em suas estações de trabalho, com a interface do Windows 7.

Fonte: Valor Online



M-learning: aprender pelo celular é possível

Quando falávamos em ensino a distância, isto no remetia aos Correios e a televisão, com o envio de apostilas por correspondência e os telecursos. Agora pensamos em Internet e em breve iremos pensar em celular.

O mobile learning, ou m-learning, já vem sendo utilizado por empresas e não é difícil imaginar seu uso no ensino regular. Em alguns lugares, como o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), da Universidade Federal de Pernambuco, os alunos podem tirar dúvidas pelo celular utilizando redes como o Twitter, por exemplo.

Em 2009, o mercado de e-learning nos Estados Unidos atingiu US$ 16,7 bilhões e a demanda cresce em torno de 7,4%. Os números podem chegar a US$ 23,8 bilhões em 2014, segundo a consultoria Gartner.

O responsável pelo aumento da demanda e crescimento do mercado foi, principalmente, o avanço das tecnologias. A chegada e dos telefones inteligentes, netbooks, “tablets” e leitores eletrônicos de livros tornam a mobilidade como o próximo passo do e-learning.

“Trata-se de um modelo muito eficaz para equipes de vendas que estão constantemente em campo e que não estão em frente ao computador o dia todo. Além disso, o curso se alinha com a convergência, ou seja, num único equipamento o usuário é treinado, pode falar, acessar seus e-mails, tratar de assuntos do escritório”, destaca Márcia Naves, superintendente da Universidade Corporativa do grupo Fiat.

Fonte: Valor Online

Dell decide investir em educação no Brasil

Dell decide investir em educação no Brasil

Há cinco anos no Brasil, a Dell decidiu investir no país, mais precisamente na área de educação. A proposta educacional apresentada não é vender computadores para escolas. A companhia pretende equipar salas de aula como um. Os alvos da companhia são instituições privadas e, principalmente, secretarias de educação.

A ideia é colocar lousa digital, projetor de vídeo, software, computadores e material didático desenvolvido especialmente para o meio digital.

“O aprendizado hoje precisa acontecer por meio de estímulos visuais, auditivos, sinestésicos e colaborativos”, afirmou Paul Bell, presidente mundial da unidade para setores público, de saúde e de educação da Dell.

A companhia iniciou há três meses um projeto-piloto, financiado pela Dell e Intel, de salas conectadas na cidade de Hortolândia, interior de São Paulo, onde está sua fábrica no Brasil. O projeto abrange 6 mil alunos em 26 escolas. O material didático foi elaborado em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). “Estamos em busca de novas alianças”, disse Bell.

Segundo Ricardo Menezes, diretor de governo e educação da Dell no Brasil, os resultados do piloto serão medidos pela Unesco em agosto do ano que vem.

Menezes também ressalva que serão necessários meses de conversas com secretarias de educação para explicar a ideia de que projetos de inclusão digital devem incluir conteúdo e não só a compra de equipamentos.

Fonte: Valor Online

Mercado precisa de técnicos e pós-graduados

Passado o tempo de crise econômica e o temor do mercado, as empresas voltam a investir em seu crescimento e expandir seu quadro de funcionários. Isto deixou mais visível que nunca a falta de profissionais qualificados no mercado.

As empresas relatam falta de qualificação em três sentidos principais, falta de técnicos, de profissionais fluentes em outras línguas e profissionais pós-graduados.

Na área de idiomas, é cada vez mais necessário que o profissional seja fluente pelo menos em inglês, devido ao número de empresas multinacionais instaladas no Brasil, ou com negócios por aqui.

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Na área técnica, o que há mais procura é Web Design, Design Gráfico, Montagem, Manutenção e Redes. As vantagens nesta área é o tempo reduzido do curso e o retorno que ele traz.

Na área de Pós Graduação, o mercado de TI e de Educação são os mais exigentes. Além disso, para os concursados, um certificado de Pós significa aumento de salário. Com cursos de até dois anos, esta é outra área que traz retornos a curto prazo.

Cresce o número de estudantes universitários no Brasil

A cada dia que passa vemos novas instituições de ensino superior, o númeroestá em crescimento. Ao vermos este quadro sempre perguntamos se há demanda de alunos para o aumento.

A resposta a esta pergunta veio da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o instituto a proporção dos jovens no curso superior passou de 6,9% para 13,9% nos últimos dez anos.

É claro que estes números estão muito abaixo dos ideais, mas são dados a se comemorar. Outro fator importante é que o ingresso de jovens às universidades cresceu em todas as regiões do país.

Esse aumento também animou as instituições que oferecem pós graduação. Estas por sua vez, também aumentam e diversificam suas modalidades de ensino, presencial, semi presencial e a distância. Dentre estas modalidades, a distância é a que mais cresce devido às vantagens que oferece ao aluno.

Mais dados

A pesquisa mostrou que a área de educação tem outros avanços no país, como a queda de 8,6% para 2,9% na taxa de jovens entre 18 e 24 anos que ainda cursam o ensino fundamental. Porém, ficou claro que as desigualdades regionais ainda persistem. No Nordeste, apenas 8,2% dessas pessoas frequentam a escola, enquanto no Sul, esse número é de 19%.

Fonte: Administradores

Internet em sala de aula, novo desafio para professores

Em entrevista a CBN Curitiba, o empresário e consultor em tecnologia, Eduardo Guy de Manoel, fala sobre o novo desafio dos profissionais de educação.

A prefeitura de Curitiba aderiu ao projeto do Governo Nacional, no qual todas as escolas públicas de ensino fundamental e médio devem ter acesso a internet banda larga gratuita até o final 2010.

O desafio agora é para os professores que terão de administrar o uso da rede para e durante suas aulas.

Confira a entrevista

Para qual amigo você daria um incentivo para qualificação profissional com a Pós graduação do ITC e por quê?

O ITC faz outra parceria com a i9 Business e, juntas, realizam seu primeiro concurso. Quanto mais amigos indicar e maior for a sua criatividade, maiores são as suas chances!

Para participar responda à pergunta com um reply para @itconline. A melhor justificativa ganha, para você e o seu amigo twitteiro, 20% de desconto no total de qualquer curso de Pós-graduação ITC e a última mensalidade gratuita.

Se você indicar um amigo para um curso de Pós-graduação, ambos precisam ter concluído um curso de graduação. Este é um pré-requisito estabelecido pelo MEC para aprovação e regulamentação do aluno a fazer a pós.

A promoção é válida até 11/setembro. O resultado será divulgado aqui no blog no dia 14/set!

Conheça a Pós-graduação ITC

Dúvidas podem ser enviadas por comentários ou por tweets!

Boa sorte!

ONU lança universidade quase gratuita

A Aliança Global de Informação e Tecnologia da Comunicação e Desenvolvimento (GAID) das Nações Unidas (ONU) criou neste ano uma universidade com fins não lucrativos que pretende oferecer ensino de excelência para pessoas que, normalmente, não podem pagar por este tipo de educação. Esta universidade foi chamada de University of the People.

Esta universidade é totalmente online e utiliza recursos de ensino “peer-to-peer” (ponto-a-ponto) para trocar informações sem custo. Porém, os cursos não são totalmente gratuitos. Os alunos devem pagar a inscrição e as provas à medida que elas são realizadas. Estas taxas são estabelecidas com base no país de origem do estudante e nunca passam de U$ 100.

A principio serão aceitos todos os estudantes que tenham diploma de ensino médio e falem Inglês. As provas, pré-requisitos para que o aluno complete módulos e evolua no curso, são aplicadas sempre que o estudante se considerar preparado e não têm prazo pré-estabelecido para serem realizadas.

Até agora estão disponíveis apenas dois cursos, Tecnologia da Informação e Administração de Negócios. Estes são os cursos que, segundo Shai Reshef, fundador da University of the People, proporcionam maior chance para o aluno conseguir emprego em qualquer parte do mundo.

Reshef afirma que a universidade não será acessível a todos. “Você precisa saber Inglês, precisa ter um computador, nós assumimos que os estudantes serão os melhores economicamente da classe baixa e os piores economicamente da classe média, pessoas que quase entraram na universidades, mas perderam a oportunidade”.

Fonte: Mashable

Universidades dos EUA têm cursos online

Grandes universidades norte-americanas disponibilizam cursos ou aulas gratuitas na internet. Para elas, disponibilizar cursos gratuitos online é uma forma de divulgar a instituição e atrair alunos. De acordo com o físico Richard Muller, um dos dez professores mais populares na rede: “A internet está se prestando a um papel fundamental, o de despertar novo interesse para assuntos da sala de aula”.

Além disso, os coordenadores das universidades veem na rede a possibilidade de facilitar o acesso ao conhecimento, uma vez que permite que pessoas de qualquer lugar do mundo vejam o conteúdo disponível online. O público dos cursos a distância podem ser divididos em dois tipos, pessoas com a intenção de aprimorar os conhecimentos adquiridos em cursos formais e com interesse em expandir seus horizontes intelectuais.

Os cursos disponíveis na internet não só facilitam o acesso das pessoas à informação e atendem à necessidade de seu público, como melhoram a qualidade desta informação na rede. Segundo uma reportagem da Revista Veja: “Com base em uma amostra dos 5000 sites mais acessados nos Estados Unidos, o estudo concluiu que apenas 10% deles divulgam dados com alguma espécie de embasamento científico. Do ponto de vista acadêmico, portanto, 90% das informações em circulação não interessam”.

A partir daí vê-se a necessidade de disponibilizar informações com melhor qualidade e de credibilidade, ou seja, que tenham algum embasamento. O importante não é o diploma e sim o acesso ao conhecimento que está cada vez mais fácil.

Assista à aula exemplar do professor Charles Bailyn, da Yale, está em Inglês mas vale a pena dar uma olhada!