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Com8s, o espaço do relacionamento aluno-professor

Chegou ao mercado o Com8s, uma rede colaborativa que pretende aproximar e facilitar a relação aluno – professor. Criada pela Foresee Solutions, a plataforma promove canais de comunicação e interação entre professores e alunos.

O Superintendente do ISAE/FGV, Norman, entregando a placa de graduação a Freitas, da Foresee.

O Superintendente do ISAE/FGV, Norman, entregando a placa de graduação a Freitas, da Foresee.

Após criar um perfil no sistema, é possível que o usuário classifique contatos por grupos e adicione conteúdos para cada grupo especificamente. No exemplo citado durante a apresentação, um professor que ministra diversas disciplinas pode ter um grupo para cada matéria, neste grupo pode adicionar seus alunos e disponibilizar conteúdos para eles.

Além destes recursos, os usuários podem contar com ferramentas de chat, fórum e vídeo conferências com um ou mais contatos.

“A ideia do Com8s é ajudar o professor acompanhando uma tendência que é inevitável (a migração para a Internet e o relacionamento com a Geração Y)” explicou Thiago durante a apresentação.

Foresse Solutions – Uma empresa curitibana que nasceu na Incubadora de Projetos do ISAE/FGV e recebeu, nesta quinta-feira (18/03), seu título de graduação.

Como escolher a pós-graduação certa?

As vantagens de cursar uma pós-graduação são muitas. Dentre as mais comentadas estão a melhor posição competitiva no mercado de trabalho, aprimorar seus conhecimento e aumentar sua rede de contatos. Além, é claro, do aumento salarial, já que pós-graduados recebem até 66% mais que os graduados.

Logo, todos sabem da importância de fazer uma pós-graduação, o problema vem na hora de escolher qual curso fazer. Para tomar esta decisão é necessário ter em mente seus planos e metas profissionais.

“Sem dúvida a opção profissional é o principal determinante e, portanto, deve estar definida antes mesmo de se escolher o curso de pós-graduação”, afirma Celina Ramalho, professora de planejamento e análise econômica da FGV/SP.

Depois de saber o que quer alcançar com o curso, é preciso diferenciar os tipos de especializações disponíveis. A pós-graduação se divide em duas vertentes principais, a categoria stricto sensu, na qual estão os mestrados e doutorados. Há também a categoria lato sensu, na qual estão as especializações, MBAs e pós-graduações que têm foco no mercado de trabalho.

“Os cursos lato sensu levam à formação do aluno uma visão mais abrangente das empresas em que atuam e dos seus processos”, afirma Ramalho. A professora complementa: “Já o profissional (recém-formado) que pretende desenvolver-se academicamente deve buscar a seleção em um programa de mestrado”.

Com as crescentes exigências do mercado por formação continuada dos seus profissionais, é recomendado estar em constante atualização e melhoramento. A ideia é nunca parar, cursar outras especializações, participar de eventos na área etc. Por outro lado, a professora não aconselha que o profissional curse mais de uma pós-graduação ao mesmo tempo.

“Conciliar duas ao mesmo tempo não se recomenda, grosso modo, até pela necessidade de gestão do tempo a ser dedicado às atividades requeridas em qualquer um dos programas de pós-graduação”, afirma.

Fonte: Administradores

Classe D: público promissor ao consumo de internet e computadores

A classe D está cada vez mais chamando a atenção de empresas de informática e de telefonia, devido ao aumento significativo no consumo de PCs e acesso à internet.

O fato de existirem computadores mais baratos, a possibilidade de parcelar seu pagamento e a facilidade de acesso ao crédito permitiram que o sonho de ter um computador em casa se tornasse realidade para muitas famílias desta classe econômica.

O interesse deste público à tecnologia se traduz na necessidade de ter acesso ao conhecimento, tanto em relação a cursos e ensino quanto a fonte de pesquisa. Além disso, o acesso a redes sociais, informação e entretenimento também são justificativas da necessidade de se ter acesso a rede.

O aumento do acesso à tecnologia é uma notícia muito boa para o ensino a distância, modalidade e-learning, uma vez que, atualmente, ter computadores conectados a internet está cada vez mais fácil. Isto porque esta é mais uma alternativa para ajudar o ensino a chegar em todas as regiões do país, independente de classe social.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas, a classe D correspondem a famílias que possuem renda mensal entre R$ 768 e R$ 1.114. Sabendo disso, não apenas as empresas de informática baixaram seus preços, mas também as telefônicas. Foram criados pacotes de linhas telefônicas com acesso a internet banda larga ou discada para tornar possível o consumo deste público, tendo em vista o aumento demanda.

A classe D é responsável por 6% a 8% das vendas de micros da Positivo, maior fabricante de computadores do país. Grandes varejistas também já notam que a movimentação desses consumidores começa a ter impacto nos negócios.

Na Telefônica, 10% das vendas de novas conexões do serviço de acesso Speedy são para a classe D – mais que o dobro do percentual apresentado no ano passado. Segundo a companhia, metade destes consumidores assina planos com velocidade igual ou superior a 1 Mbps. É uma distribuição parecida com a que se encontra nas classes B e C.