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Jogos sociais são soluções baratas e lucrativas

A adesão de internautas a redes sociais é indiscutível. A grande aceitação que os sites de relacionamento têm por parte dos brasileiros é outro fato visível, porém os criadores destas redes ainda não conseguiram gerar lucro com os sites.

Vendo este cenário, as empresas de jogos sociais uniram as duas coisas, gerar lucro e redes sociais. Disponibilizando jogos na rede, torna-se muito mais fácil gerar usuários para seus produtos e é possível vender por eles.

O jogo Colheita Feliz, disponível no Orkut, por exemplo, oferece a seus usuários a possibilidade de jogar gratuitamente, mas para ter melhor desempenho estão disponíveis ferramentas pagas. O mesmo acontece em outros games em diferentes redes sociais,  como o Facebook e o MySpace.

Para as empresas que atuam neste mercado, esta opção é muito rentável. O custo de produção dos jogos são consideravelmente reduzidos, especialmente se comparados com outros games como os criados pela Nintendo, por exemplo. Além disso, a adesão dos usuários é extremamente rápida. O Farmville, disponível no Facebook, por exemplo, tem mais de 80 milhões de usuários.

Segundo estimativa da consultoria ThinkEquity, o mercado para esse tipo de jogo pode movimentar US$ 2 bilhões em todo o mundo até 2012.

O novo passo das empresas, parece ser unir o mundo virtual ao real para explorar novas receitas. A Mentez fechou uma parceria com a Rede Tendência, que tem equipamentos de coleta de crédito em mais de 100 mil pontos comerciais pelo país. A ideia é que os usuários possam comprar créditos para os jogos do Orkut em estabelecimentos comerciais físicos. A mesma oferta está sendo feita em “lan houses”.

“Essa é só a ponta do iceberg”, avalia André Forastieri, diretor da Tambor Digital, editora especializada na área de games. Para o executivo, os jogos sociais têm tudo para conquistar cada vez mais usuários. Mas, se isso não acontecer, ou mesmo se houver uma desistência em massa dos jogadores, o sucesso ainda está garantido. “Se um jogo como o FarmVille cair de 80 milhões para cinco milhões de pessoas usando, ainda é um potencial bastante grande de receita”, diz.

Fonte: Valor Online

Investir em produto para mídias sociais – mercado lucrativo?

Internet nos deixa mais inteligentes ou mais burros?

Uma pesquisa realizada pelo Imagining the Internet Center, da Universidade de Elon, e o projeto Pew Internet and American Life revelou que a Internet nos deixará mais inteligente até 2020.

O estudo foi feito com 895 internautas e especialistas no tema e mais de 75% deles acreditam que esta informação é verdadeira. Além de aumentar a inteligência, os entrevistados afirmam que o uso da Internet também irá melhorar níveis de leitura e escrita nos próximos 10 anos.

“Três em cada quatro especialistas afirmaram que o uso da Internet aumenta a inteligência humana, e dois terços disseram que o uso da Internet já melhorou os níveis de leitura, escrita e compreensão de conhecimento”, disse a coautora do estudo, Janna Anderson, diretora do Imagining the Internet Center.

Porém, 21% dos participantes da pesquisa acreditam que a Internet possa até causar um efeito contrário, diminuindo a inteligência dos usuários.

A pesquisa contou com opiniões de cientistas, líderes de negócios, consultores, escritores e engenheiros de tecnologia, além de internautas escolhidos pelos pesquisadores.

Fonte: G1

Acesso à internet no Brasil cresce e a qualidade melhora

O número de brasileiros com mais de dez anos de idade que têm acesso à internet cresceu 75,3% entre 2005 e 2008. Este foi um dos resultados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na sexta-feira.

Além do aumento de usuários, os locais de maior acesso mudaram. O acesso domiciliar continua em primeiro, seguido pelas lan house e depois pelo trabalho. Estes dois últimos inverteram sua posição em relação a pesquisa realizada em 2005.

Outro dado importante da pesquisa é que o preço da internet não é mais fator principal de impedimento ao acesso. “O país teve um avanço importante de 2005 para 2008 nas classes de rendimento mais baixo, o que mostra que estamos no caminho para a democratização do acesso”, afirma Cimar Azeredo, pesquisador do IBGE.

Nestes três anos, enter 2005 e 2008, a banda larga superou, pela primeira vez, o acesso discado e passou de 41,2% para 80,3%.

Sobre a Pnad

Segundo o IBGE, a Pnad teve como referência o mês de setembro de 2008 e ouviu 391.868 pessoas em 150.591 unidades domiciliares distribuídas por todos os Estados do País.

A pesquisa mostra que o acesso à rede mundial de computadores continua sendo bem maior entre os jovens – no grupo de 15 a 17 anos atingiu 62,9% – e escolarizados. A média para os que usam a internet é de 10 anos de estudo.

Mesmo assim, a Pnad revela que houve um crescimento significativo do uso da internet entre as pessoas que têm menos de 4 anos de estudo. Ele passou de 2,5%, em 2005, para 7,2%, em 2008.

Fonte: Último Segundo

Festas de fim de ano são oportunidade para golpes via Internet

A união das festas de fim de ano com o avanço da tecnologia e o uso delas para fazer compras e outras coisas nesta época do ano dão oportunidade para maior ocorrência de golpes e fraudes na internet.

Andrew Klein, gerente de produto da SonicWALL, fornecedora global de infra-estrutura para segurança de redes, quem faz compra pela internet é o usuário que devem agir com maior cautela. É necessário conhecer o estabelecimento e lembrar que e-mails que solicitam dados sobre seu e-mail, financeiros ou identidade são indícios de fraude.

O especialista ainda destaca algumas situações que exigem atenção redobrada neta época do ano:

1. Compras online: Além do que foi dito acima, se receber emails dizendo que “Seu cartão de crédito foi rejeitado”, a melhor coisa a fazer é entrar em contato com o estabelecimento diretamente usando um número de telefone ou endereço de email que você obteve através do website dele – e não do email de rejeição do cartão. Não clique em links do email recebido.

2. Ataques após as férias: os golpistas fazem uma pequena cobrança num cartão como “experiência”, ela passa despercebida e pode levar a uma conta repleta de cobranças fraudulentas, no mês seguinte. Por isso revise com cuidado todas as cobranças. Isto pode ser complicado, mas faça mesmo assim.

3. Cartões de Natal: quando você abrir estas mensagens, elas podem solicitar que você faça o download de algum programa, codec, ou outro “code” para visualizar uma imagem. Antes de fazer qualquer coisa entre em contato com o remetente de outra maneira e descubra se o cartão é mesmo real.

4. Serviços de entrega de encomendas: se receber um aviso por email, com mensagens como: “Nós tentamos entregar sua encomenda, mas não conseguimos encontrá-lo. Por favor clique aqui para remarcar sua entrega”, ou “Abra o documento anexo para saber mais sobre o problema não clique em nenhum link. Encontre o seu número de rastreamento de sua encomenda e vá ao website do serviço de entregas e checar o status você mesmo.

5. Vídeos temáticos de fim de ano: certamente você receberá alguns convites para assistir vídeos como: “Papai Noel fica preso na chaminé”, e para isso basta clicar num link. Se o convite vier de um amigo, descubra com eles onde o vídeo está hospedado (youtube, hulu, etc) e vá ao site procurar pelo vídeo. Se o convite tiver sido enviado por uma pessoa desconhecida, delete-o.

6. Pesquisas estranhas: seguir um resultado de pesquisa de “Natal” pode levar os consumidores a um website hospedeiro de malware. Se você clicar num link de pesquisa e for solicitado a fazer um download para continuar naquele site, interrompa a pesquisa imediatamente. Vá ao website do fornecedor do plug-in (Adobe, Microsoft, etc) e faça o download de lá, e depois volte ao site original e veja o que acontece.

Fonte: Administradores

Brasileiros começam a dominar também o Twitter

Depois de dominar o Orkut, os brasileiros entram como primeiros da lista em usuários ativos do Twitter e segundo em número de usuários.

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Já chega a 24% o número dos internautas ativos brasileiros que utilizam a rede social. Este índice bate os Estados Unidos, que lidera a lista de quantidade de usuários.

Isto significa que 8,6 milhões dos 36,9 milhões de internautas do Brasil navegaram no site do Twitter, segundo uma pesquisa da Ibope Nielsen Online realizada em outubro.

Ainda segundo a pesquisa, 18,9 milhões de norte-americanos usam o Twitter, mas a abrangência do site foi de apenas 9,6% em relação a todos os internautas ativos do país.

Em terceiro lugar na lista de uso dos internautas ativos ficou o Reino Unido, com 8,6%.

Veja a tabela completa abaixo sobre a audiência do Twitter em outubro de 2009:

Alcance (%) em relação ao total de                               usuários ativos da internet Audiência total, em milhões:
23,6 Brasil 18.897 EUA
9,6 EUA 8.680 Brasil
8,4 Austrália 3.364 Reino Unido
8,6 Reino Unido 2.074 Japão
3,7 Alemanha 1.686 Alemanha
4,9 Espanha 1.332 França
3,1 Itália 1.230 Espanha
3,6 França 1.197 Austrália
3,4 Japão 720 Itália
2,8 Suíça 117 Suíça

Fonte: Info Online

Internet deve mudar para abrigar mais usuários e domínios

Atualmente, são 2 bilhões de computadores conectados a rede e para permitir o aumento deste número, os gestores iniciaram um movimento de migração gradual do protocolo IPv4 para o IPv6, que aceita um número praticamente ilimitado de máquinas interligadas.

Também é necessário fazer mudanças nos domínios e formas de criá-los. Temos hoje 22 domínios (”.com”, “.net”, “.org” etc) o que limita a expansão nesta área. Em 2010 será lançado o guia do candidato aos nomes de novos domínios. Porém, “há muitos interesses em jogo, pois [a mudança] afetará diretamente marcas e produtos, além de abrir um leque muito maior de empresas registradoras de domínios”, explica Karla Valente, diretora de produtos e serviços da Corporação para a Atribuição de Nomes e Números na Internet (Icann, na sigla em inglês).

A proposta da Icann é ampliar os domínios genéricos de primeiro nível, ou seja, o que vem depois do ponto (“.com”, “.org”, etc.) sem incluir os nomes dos países. Assim, uma empresa pode se candidatar a ser proprietária de qualquer palavra na rede mundial como www.notícias, www.finanças ou www.futebol, por exemplo.

Porém, apenas pessoas jurídicas podem se candidatar a ter estes domínios. Estas devem preencher uma proposta on-line no site da Icann e pagar US$ 185 mil de taxa de análise. Caso haja oposição, há outras taxas de defesa do domínio. Uma vez aprovado o domínio, a taxa de manutenção anual é de US$ 25 mil. No caso de duas empresas se aplicarem ao mesmo domínio, haverá leilão, elevando o gasto para muito além dos US$ 185 mil iniciais.

A Icann também poderá enviar a candidatura para análise do World Intellectual Property Organization, que arbitra sobre marcas e propriedade intelectual.

Um dos principais obstáculos ao lançamento do Guia do Candidato é definir possíveis bloqueios de candidaturas e se a Icann poderá fazer isso. A propriedade virtual de palavras como “Deus”, “holocausto”, “Jesus”, “Islã”, entre muitas outras, devem provocar polêmica.

Fonte: Valor Online

Internet em sala de aula, novo desafio para professores

Em entrevista a CBN Curitiba, o empresário e consultor em tecnologia, Eduardo Guy de Manoel, fala sobre o novo desafio dos profissionais de educação.

A prefeitura de Curitiba aderiu ao projeto do Governo Nacional, no qual todas as escolas públicas de ensino fundamental e médio devem ter acesso a internet banda larga gratuita até o final 2010.

O desafio agora é para os professores que terão de administrar o uso da rede para e durante suas aulas.

Confira a entrevista

Classe C domina a Internet

Apesar de apenas 45% das pessoas que forma a Classe C terem acesso à Internet, este número é muito importante por esta ser a maior classe econômica do país.

A classe C já tinha chamado a atenção dos comerciantes por puxar a economia do país para frente. Em função disso, ela é considerada a classe média emergente e agora, ela está comprando computadores e acessando a internet. Ela é a fonte de grande parte dos usuários do Orkut e MSN, rede social e programa de mensagens mais utilizados no Brasil.

Outra vantagem para as empresas ligadas à internet, computadores e ensino a distância é que, segundo a Fundação Getúlio Vargas, apesar de uma parcela considerável de pessoas ter caído da classe C para a D em função a crise, isto não os impediu de pararem seu avanço na web. As duas classes são tidas como emergentes e como os mais resistentes à crise atual.

Assim, depois de ser o primeiro em relação ao tempo de permanência na web,  já batemos a casa das 30 horas por mês, o Brasil deve subir consideravelmente no ranking de usuários. Devemos chegar a 68,5 milhões de pessoas na rede no Brasil em quatro meses. Só este ano serão 6,2 milhões de internautas, isto é mais a população da Dinamarca, e isso só levando em conta quem tem mais de 16 anos de idade.

Fonte: Info Online



Classe D: público promissor ao consumo de internet e computadores

A classe D está cada vez mais chamando a atenção de empresas de informática e de telefonia, devido ao aumento significativo no consumo de PCs e acesso à internet.

O fato de existirem computadores mais baratos, a possibilidade de parcelar seu pagamento e a facilidade de acesso ao crédito permitiram que o sonho de ter um computador em casa se tornasse realidade para muitas famílias desta classe econômica.

O interesse deste público à tecnologia se traduz na necessidade de ter acesso ao conhecimento, tanto em relação a cursos e ensino quanto a fonte de pesquisa. Além disso, o acesso a redes sociais, informação e entretenimento também são justificativas da necessidade de se ter acesso a rede.

O aumento do acesso à tecnologia é uma notícia muito boa para o ensino a distância, modalidade e-learning, uma vez que, atualmente, ter computadores conectados a internet está cada vez mais fácil. Isto porque esta é mais uma alternativa para ajudar o ensino a chegar em todas as regiões do país, independente de classe social.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas, a classe D correspondem a famílias que possuem renda mensal entre R$ 768 e R$ 1.114. Sabendo disso, não apenas as empresas de informática baixaram seus preços, mas também as telefônicas. Foram criados pacotes de linhas telefônicas com acesso a internet banda larga ou discada para tornar possível o consumo deste público, tendo em vista o aumento demanda.

A classe D é responsável por 6% a 8% das vendas de micros da Positivo, maior fabricante de computadores do país. Grandes varejistas também já notam que a movimentação desses consumidores começa a ter impacto nos negócios.

Na Telefônica, 10% das vendas de novas conexões do serviço de acesso Speedy são para a classe D – mais que o dobro do percentual apresentado no ano passado. Segundo a companhia, metade destes consumidores assina planos com velocidade igual ou superior a 1 Mbps. É uma distribuição parecida com a que se encontra nas classes B e C.

Crescimento expressivo da banda larga favorece e-learning

Segundo um estudo semestral da Cisco e do IDC, o número de conexões de banda larga cresceu 16% no país no primeiro semestre do ano. Ao todo são 13,6 milhões de conexões, de acordo com o Barômetro da Cisco.

Esta informação também é bem vista para quem procura cursos a distância para se aperfeiçoar. O acesso a centros especializados de ensino continua difícil se pensarmos fisicamente nas dimensões do Brasil e onde está concentrada grande parte do conhecimento.

A possibilidade de fazer cursos a distância, aliada ao aumento do acesso à internet banda larga facilita o acesso ao conhecimento. Isto porque, cursos oferecidos pela internet são, normalmente, melhor aproveitados em velocidades de conexão maiores.

Números

De acordo com o mesmo estudo citado, entre janeiro e junho, foram registradas 1,13 milhão de novas conexões fixas e 680 mil conexões móveis. Já entre junho de 2008 e de 2009, o acesso à banda larga no Brasil cresceu 36,5%.

Ao todo, já são 10,9 milhões de conexões fixas e 2,6 de conexões móveis. No início do estudo, a Cisco colocou como meta 15 milhões de conexões até 2010. Agora, a previsão é que este número seja alcançado neste semestre.

Fonte: Jornal Tech

090928 banda larga