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Preconceito contra EAD pode gerar processo judicial

Atualmente o ensino a distância (EAD) no Brasil atende a 2,6 milhões de alunos em 1.752 entre cursos de instituições públicas e privadas e de diversos níveis de graduação (dados do Censo de Educação a Distância). Mesmo com todas as vantagens de optar por esta modalidade de ensino, ainda há preconceito quanto a este tipo de estudo.

Segundo a ABE-EAD (Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância), a associação recebe denúncias de preconceito desde 2007. A ABE-EAD já soma casos reportados por mais de 18 mil alunos. Os motivos das denúncias são a discriminação por alunos de cursos presenciais, as dificuldades em conseguir estágio e dúvidas dos empregadores sobre a validade dos cursos – mesmo os autorizados pelo MEC (Ministério da Educação) -, para obter o registro profissional e fazer inscrição em concurso.

Diante disto, a associação entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Conselho Nacional do Ministério Público. Por meio da resolução nº 40, de maio deste ano, o órgão dizia que só diplomas de cursos presenciais seriam aceitos para o MP (Ministério Público). A conclusão deve sair nas próximas semanas.

Este preconceito porém é algo equivocado. A qualidade de ensino não depende da maneira como o conhecimento é passado e sim do conteúdo que é passado. Existem instituições de qualidade tanto a distância quanto presenciais, assim com existem instituições ruins.

Para o diretor executivo do ITC, José Rodolpho Bernardoni,

“há empresas e instituições sérias, que investem milhões em tecnologia e educação de qualidade para tentar minimizar a realidade educacional suja em que vivemos. Segundo a UNESCO, mais de 75% da população brasileira é considerada analfabeta funcional. Menos de 15% dos jovens entre 17 e 24 anos estão nas universidades, pois a capacidade instalada é limitada. 4,5 milhões de pessoas iam fazer o ENEM no último final de semana, para apenas 400 mil vagas em escolas públicas. Será que isso é qualidade?”, questiona o diretor.

E você o que acha disto?

Fonte: UOL Educação

Hytle é a única startup brasileira selecionada para o TechCrunch50 2009

A empresa Hytle foi a única startup brasileira entre os 150 modelos de empresas inovadoras a do Techcruch50 (TC50), evento promovido pelo TechCrunch, maior blog de tecnologia norte-americano. O encontro anual tem o apoio e a participação de investidores e gigantes do setor como Google, Microsoft, Perkins Coie, Sequoia Capital, dentre outras.

Foram cerca de 1.500 empresas de tecnologia e internet concorrentes de mais de 40 países que se inscreveram para apresentarem suas inovações e planos de negócios no TC50.

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O Hytle (sigla de “Here you Teach and Learn Everything”) é um site idealizado por jovens empreen-dedores brasileiros que já nasce internacional. Nele é possível ensinar e aprender qualquer coisa, onde to-dos podem ser alunos e professores, podendo cobrar ou não pelas aulas que dão.

Pelo Hytle os usuários poderão editar, produzir, publicar e comercializar qualquer tipo de conteúdo educa-cional, de modo que cursos pré-formatados serão revendidos.

Já os cursos que não estão em conteúdo online, poderão ser totalmente desenvolvidos e comercializados no próprio site, assim como funciona um “Mercado Livre” ou “Ebay”, só que, ao invés de produtos, o que se troca e comercializa é conhecimento e conteúdo educacional.

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Para os fundadores do Hytle, José Rodolpho Bernardoni e Leonardo Lenz, o Hytle é uma possibilidade de identificar e disseminar o talento de   “professor” que existe em cada pessoa, assim como fazer o ensino e o         conhecimento chegar a todos os lugares onde tenha um computador com conexão a internet, sendo um local onde estará concentrado todo e qualquer conteúdo educacional.

No Brasil, existem lugares nos quais a tecnologia já chegou, mas o acesso à escola e ao conhecimento de forma geral e ampla ainda é muito difícil, o objetivo com o Hytle é fazer com que estas pessoas possam passar o que conhecem e aprender o que ainda não chegava até elas, afirmou Bernardoni.